SUSTENTABILIDADE

QUALIDADE E AMBIENTE

Fundada em 1834, a José Maria da Fonseca é um dos líderes na áreas da produção e comercialização de vinhos de mesa e generosos. As suas marcas estão presentes em todo o mundo e as exportações correspondem hoje em dia cerca de 80% do volume de vendas anual.

A par desta evolução, a José Maria da Fonseca tem vindo ao longo dos anos a demonstrar uma crescente preocupação face aos factores ambientais, a qual se traduz na utilização de melhores práticas no tratamento da vinha, melhor gestão dos recursos naturais, sua preservação e conservação.

Trata-se de todo um conjunto de práticas cujo crescimento se tem refletido na comunidade em que se insere, permitindo dessa forma uma coexistência solidária apoiada nas necessidades de todos os intervenientes.


GALERIA DE FOTOS

A DEMONSTRAÇÃO AO LONGO DOS ANOS DA PREOCUPAÇÃO CRESCENTE FACE AOS FACTORES AMBIENTAIS, DAS MELHORES PRÁTICAS NO TRATAMENTO DA VINHA, GESTÃO DOS RECURSOS NATURAIS, SUA PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO.


AMBIENTE E A SEGURANÇA ALIMENTAR EM DESTAQUE

Tratando-se duma empresa onde existe uma integração vertical da produção, a componente ambiental tem uma importância significativa, nomeadamente através da exploração dos seus 683ha de vinhas – concentradas na Península de Setúbal, Alentejo e Douro – e de todo o processo de produção dos seus vinhos até ao consumidor final.

Antes ainda do aparecimento das normas ambientais ISO14001,de que a José Maria da Fonseca foi a primeira Certificada nosector, já a empresa efetuava, desde 1995, Auditorias Integradas onde o Ambiente tinha um papel de destaque. Em 1996 garante a Certificação da Qualidade (ISO9001), igualmente a primeira do seu sector, e apartir de 2004 passa a seguir o referencial 14001.

Também na área da Segurança Alimentar, a José Maria da Fonseca alcançou o estatuto BRC em 2013, tendo em 2012 obtido a Certificação BRC, issue 6 (atualmente o mais avançado standard internacional na área da Segurança Alimentar).

Ainda na vertente ambiental a José Maria da Fonseca mantém práticas sustentáveis inovadoras como a redução de consumos de água, com objectivos e metas anuais, incluindo o tratamento e reutilização de todas as suas águas residuais, para rega dos seus espaços verdes. A empresa não faz por isso descargas da sua Estação de Tratamentos (ETAR) no meio hídrico desde 2007.

A gestão integrada de resíduos, com uma percentagem de reciclagem de cerca de 99% e a redução de consumos de energia são outras das prioridades integradas no seu sistema de melhoria de desempenho ambiental.

VITICULTURA EQUILIBRADA, AMBIENTAL E PIONEIRA

A preocupação ambiental estende-se também às vinhas, onde desde o início dos anos 90, a empresa aplica e desenvolve uma viticultura em contacto e voltada para a preservação dos recursos naturais. As práticas da proteção integradas são seguidas em todas as vinhas e estendidas aos fornecedores de uva.

A viticultura procura constantemente um equilíbrio entre a utilização de tecnologia e a preocupação com o meio ambiente. A José Maria da Fonseca foi pioneira na rega gota a gota, que implementou em 1993 e é hoje prática usual na viticultura nacional. Também desde a década de 80 que passou a não mobilizar os solos, mantendo um coberto vegetal que retém a humidade, beneficiando a vida e biodiversidade vegetal e animal, o que consequentemente implica uma menor necessidade de água nas vinhas. Os solos são fertilizados com o engaço das uvas nas linhas das vinhas, incorporando-se também matéria orgânica das podas.

A investigação agrária de novas e melhores plantas tem sido uma prática das últimas décadas e a José Maria da Fonseca tem colaborado com os principais peritos e centros de investigação nacionais e internacionais na área da Enologia e Viticultura.

PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS

A preservação de recursos ancestrais é uma preocupação da empresa. Nas suas instalações da Casa Agrícola José de Sousa Rosado Fernandes, em Reguengos de Monsaraz, existe um exemplar único de um “Menir” datado do período Paleolítico, que foi descoberto na sua vinha da Herdade do Monte da Ribeira, também em Reguengos de Monsaraz. Existe ainda um cromeleque nesta vinha que foi encontrado e preservado pela empresa.

Ainda na Casa Agrícola José de Sousa Rosado Fernandes, encontra-se uma adega única em Portugal, com 114 Talhas de Barro que permite à empresa produzir vinho vinificado em talha – o José de Sousa Mayor – mantendo viva uma técnica de vinificação, que teve a sua origem no período da ocupação Romana da Península Ibérica.

A empresa detém uma das maiores coleções ampelográficas a nível mundial, o que se traduz pela posse e desenvolvimento de mais de 560 diferentes tipos de castas plantadas, que representam um verdadeiro “museu” vivo vitícola, e que tem permitido o desenvolvimento de produtos únicos no mercado, através da combinação de todo este potencial vitivinícola.

CONSUMO RESPONSÁVEL E MODERADO

Em termos sociais a José Maria da Fonseca desde sempre, e alinhada com outras empresas e organizações do sector, tem defendido o consumo responsável do álcool.

Para além do apoio prestado quer a nível nacional, quer a nível internacional, a estas organizações, esta orientação também é patente na publicidade que faz a todos os seus vinhos e onde apela sempre ao consumo moderado e responsável. Também a defesa do consumo de álcool em idade legal é uma das ideias defendidas pela empresa.

Esta questão do consumo responsável e moderado levou a José Maria da Fonseca a ser pioneira em Portugal no desenvolvimento e criação da primeira linha de vinhos sem álcool, tendo atualmente já mais de uma marca em vinhos rosés, brancos e tintos sem álcool, que vende para os seus principais mercados.

A COMUNIDADE E O APOIO SOCIAL

Desde sempre a José Maria da Fonseca tem procurado um envolvimento com os seus principais stakeholders, bem como uma participação ativa na Comunidade em que se insere, quer em Azeitão, quer, de uma forma mais abrangente, na Península de Setúbal.

No campo social, a empresa encontra-se devidamente inserida na comunidade local, onde participa ativamente em atividades de patrocínio direto ou indireto de eventos com organizações locais, em obras e parcerias de cariz social.











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